Um colaborador pede demissão e, semanas depois, a empresa descobre que a lista de clientes foi parar em um concorrente. Ou, sem má intenção, alguém sobe uma planilha com dados pessoais para o drive particular para trabalhar de casa. Em muitos casos, o vazamento não vem de fora: vem de quem já tem acesso legítimo.
O Teramind é uma plataforma de monitoramento de atividade do usuário (UAM), prevenção de perda de dados (DLP) e gestão de risco interno. Veja sete usos baseados nos recursos oficiais e alguns pontos que vale considerar antes de adotar uma ferramenta de monitoramento.
1. Criar regras que alertam ou bloqueiam ações de risco
Descobrir um vazamento depois que ele aconteceu só serve para medir o estrago. O ideal é impedir a ação no momento em que ela ocorre.
As regras definem o que é uma violação de política e o que o sistema deve fazer quando ela acontece: avisar o usuário, bloquear a ação ou bloquear o acesso. O Teramind informa que oferece centenas de modelos de regras prontos e um editor visual. Exemplos citados pelo fabricante incluem o envio de documentos sensíveis para nuvens pessoais ou para e-mails externos.
2. Ver sessões ao vivo e revisar gravações
Em uma investigação, a pergunta é sempre "o que exatamente aconteceu?", e logs soltos raramente contam a história completa.
Com Live View e History Playback, administradores acompanham a atividade em tempo real pelo navegador ou revisam gravações para investigar incidentes. Há configurações de privacidade para impedir a visualização de atividades pessoais nas gravações.
3. Encontrar dados sensíveis na tela com OCR
Dados sensíveis nem sempre circulam como arquivo: aparecem em telas, capturas e imagens que ferramentas tradicionais não leem.
O reconhecimento óptico de caracteres (OCR) busca textos nas gravações, inclusive em imagens e vídeos. O Teramind traz modelos prontos para dados pessoais (PII), de saúde (PHI) e financeiros (PFI), e aceita buscas por palavra-chave, curinga ou expressão regular.
4. Detectar comportamentos fora do padrão
Regras fixas não pegam tudo. Um download fora do horário ou um volume incomum de acessos pode ser o primeiro sinal de um problema.
O DLP comportamental cria uma linha de base do padrão normal de trabalho e atribui pontuações de risco em tempo real, considerando a sensibilidade dos dados, o cargo do usuário e o histórico. O fabricante informa que a solução vem com 11 regras comportamentais pré-configuradas.
5. Acompanhar aplicativos, sites, e-mail e arquivos
Os dados saem por muitos caminhos: e-mail, mensageiros, impressão, transferências. Monitorar só um deles deixa os outros abertos.
O monitoramento cobre uso de aplicativos e sites, e-mail, mensagens instantâneas, transferências de arquivos, documentos impressos, rede e sessões RDP e Citrix, entre outros itens listados na documentação.
6. Analisar produtividade
Com equipes remotas e híbridas, gestores têm pouca visibilidade sobre como o tempo de trabalho é distribuído.
Os mesmos dados alimentam relatórios de produtividade, como tempo ativo versus ocioso e análise de tempo em atividades não produtivas.
7. Reunir evidências e relatórios para compliance
Na hora da auditoria ou de um processo, a empresa precisa provar o que aconteceu, e montar essa evidência às pressas é arriscado.
O Teramind mantém registros de atividade, gravações e histórico de arquivos para reconstituir incidentes, além de modelos de relatório para normas como GDPR, HIPAA, PCI-DSS e SOX.
Para quem o Teramind é indicado
- Equipes técnicas: segurança da informação, TI e times de investigação de incidentes.
- Compras, RH e jurídico: no Brasil, o monitoramento de colaboradores deve ser avaliado à luz da LGPD e das políticas internas. Antes da contratação, vale envolver o jurídico e definir quais dados serão coletados, com que finalidade e como os colaboradores serão informados. O Teramind oferece configurações de privacidade que ajudam nessa definição.
Perguntas frequentes
DLP (Data Loss Prevention) é o conjunto de práticas e ferramentas para evitar que dados sensíveis saiam da empresa de forma indevida. É o risco de vazamento ou dano causado por pessoas com acesso legítimo aos sistemas, de forma intencional ou acidental. Sim. As regras podem avisar o usuário, bloquear a ação ou bloquear o acesso quando uma política é violada.O que é DLP?
O que é ameaça interna?
O Teramind bloqueia ações automaticamente?
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