O PagerDuty Runbook Automation é a plataforma de automação de runbooks operacionais da PagerDuty, Inc., que transforma procedimentos manuais de TI em jobs padronizados, executáveis por web, CLI, API ou de dentro de um incidente. Roda como SaaS gerenciado pela PagerDuty ou em edição Self-Hosted, no seu data center ou nuvem privada, e alcança ambientes atrás de firewall por meio de runners instalados. Traz plugins certificados para ServiceNow, Kubernetes, Ansible, VMware e AWS, controle de acesso por GUI e cofre de chaves e senhas.
O PagerDuty Runbook Automation é uma plataforma de automação de runbooks operacionais para equipes de infraestrutura, DevOps e SRE, desenvolvida pela PagerDuty, Inc., que converte procedimentos manuais documentados em wiki ou planilha em jobs padronizados e auditáveis. Cada job encapsula uma sequência ordenada de passos e pode ser disparado pela web, por CLI, por API, por agendamento ou de dentro de um incidente. A execução alcança servidores em rede fechada por runners instalados no ambiente do cliente, que abrem conexão de saída e não exigem porta de entrada aberta.
O produto nasceu do Rundeck, adquirido pela PagerDuty em outubro de 2020, e é a base da automação da Operations Cloud. Na prática, substitui o script solto no laptop do especialista e o procedimento num documento — o cenário em que só uma pessoa sabe reiniciar o serviço e todo incidente noturno escala para ela.
O produto reúne autoria, execução, agendamento e governança da automação.
O primeiro benefício reduz escalonamento, porque o job publicado como ação self-service permite ao plantonista de primeiro nível executar o procedimento correto sem acionar o especialista. O segundo reduz erro humano: o job executa sempre a mesma sequência, com as credenciais do Key Storage, em vez de depender de alguém digitar comandos sob pressão às três da manhã.
O terceiro entrega rastreabilidade para auditoria: o Job Activity Log guarda quem executou, quando, em quais nós e com qual saída. O quarto elimina exposição de credencial, porque o segredo fica cifrado no Key Storage e é injetado no job sem ser revelado ao operador.
O PagerDuty Runbook Automation é para quem tem procedimento operacional repetitivo concentrado em poucas pessoas: infraestrutura, DevOps, SRE, NOC, engenharia de plataforma e segurança que precisam delegar execução sem abrir acesso privilegiado.
Três cenários: um banco que prova em auditoria quem executou cada rotina de produção com o Job Activity Log; um time de plataforma que publica reinício de pod Kubernetes como botão para o service desk; uma operação com servidores em rede fechada que executa automação por runner sem abrir porta no firewall.
O primeiro diferencial é a delegação sem privilégio: o job vira ação de botão com ACL própria, o que permite entregar a execução a um generalista sem entregar credencial nem acesso ao servidor.
O segundo é o alcance em rede fechada: o runner exige apenas acesso de saída para api.pagerduty.com e dispensa porta de entrada exposta. O terceiro é a ligação com o ciclo do incidente — pela Automation Actions, o mesmo job é disparado do incidente, do aplicativo móvel, do Slack, de um Incident Workflow ou de uma regra de Event Orchestration, com variáveis de contexto do alerta em PD-CEF. O quarto é a resiliência de execução, com High Availability Clusters, Auto Takeover, Job Queuing e Load Balanced Workloads.
Na edição SaaS não há servidor a instalar: a PagerDuty hospeda a plataforma e assume patching, proteção, monitoramento e conformidade, com SLA de 99,9%. O acesso é por navegador, CLI ou API.
Para executar automação em ambiente próprio, instala-se um runner: Java 11 ou superior, com Linux recomendado (Ubuntu 18 ou superior). O runner exige acesso de saída a api.pagerduty.com e, se estiver em máquina diferente da instância Self-Hosted, acesso de entrada na porta 80. Um runner inativo por cinco minutos passa a offline, e ações disparadas nesse intervalo ficam na fila até ele voltar. A edição Self-Hosted é instalada on-premise ou em nuvem privada, e o conector Automation Actions integra também Rundeck OSS a partir da versão 4.0.
São duas edições. O Runbook Automation é o SaaS gerenciado pela PagerDuty, com Enterprise Support, alta disponibilidade do fabricante e SSO integrado. O Runbook Automation Self-Hosted entrega a mesma plataforma on-premise ou em nuvem privada, com autogestão da hospedagem, High Availability Clusters próprios e integração com LDAP, Active Directory ou SAML.
O Automation Actions é o conector que expõe os jobs dentro da Operations Cloud, disponível para contas que já tenham Runbook Automation em qualquer das duas edições, e exige a licença de usuário PD Automation Actions. Complementos: o Automated Diagnostics, biblioteca pronta de jobs de diagnóstico, e o PagerDuty Advance for Automation Digest, que resume a saída dos jobs, disponível nas service regions dos Estados Unidos e da União Europeia.
O PagerDuty Runbook Automation é licenciado por usuário nomeado, com uma taxa de plataforma somada à contagem de usuários na edição SaaS. A edição Self-Hosted é dimensionada sob consulta. A modalidade é anual (subscription), com opção multi-anual, e o uso do conector Automation Actions consome a licença específica PD Automation Actions.
Não existe valor de tabela único porque o investimento depende do dimensionamento: quantidade de usuários, edição escolhida, necessidade de licenças PD Automation Actions, quantidade de ambientes atendidos, prazo do contrato e se é nova aquisição ou renovação. Duas regras contratuais importam: segundo os termos oficiais da PagerDuty, toda pessoa adicionada à conta é usuário pago, e a edição Self-Hosted não tem renovação automática. Para comprar o PagerDuty Runbook Automation no Brasil, a OSB Software levanta esse escopo com você, envia a proposta comercial, emite a nota fiscal e entrega as licenças — solicite uma cotação para receber o valor exato do seu cenário.
O PagerDuty Runbook Automation executa em servidor atrás de firewall? Sim. O runner instalado no seu ambiente abre conexão de saída para api.pagerduty.com, sem necessidade de porta de entrada exposta na internet.
Preciso ter o PagerDuty Incident Management para usar o Runbook Automation? Para autorar e executar jobs, não. Para acionar esses jobs de dentro de um incidente pelo Automation Actions, sim — o conector requer conta PagerDuty com licença PD Automation Actions.
Quais são os requisitos do runner? Java 11 ou superior, com Linux recomendado (Ubuntu 18 ou superior). O runner fica offline após cinco minutos de inatividade e as ações pendentes são executadas quando ele volta.
Funciona com o Rundeck open source? Sim para o conector: o Automation Actions integra Rundeck OSS a partir da versão 4.0, embora Enterprise Support, alta disponibilidade e plugins certificados sejam das edições comerciais.
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