Rundeck Enterprise

Rundeck Enterprise é o nome anterior do PagerDuty Runbook Automation Self-Hosted, a edição comercial autogerenciada da plataforma de automação de runbooks criada pela Rundeck, Inc. e adquirida pela PagerDuty em outubro de 2020. O produto continua existindo e recebendo atualizações — a versão atual é a 6.1 — mas a linha inteira foi renomeada: Rundeck Enterprise virou Process Automation On Prem e depois Runbook Automation Self-Hosted. Quem usa o Rundeck open source encontra aqui o caminho para a versão comercial.

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O que é o Rundeck Enterprise?

Rundeck Enterprise é o nome anterior do PagerDuty Runbook Automation Self-Hosted, a edição comercial autogerenciada da plataforma de automação de runbooks operacionais criada pela Rundeck, Inc. e adquirida pela PagerDuty, Inc. em outubro de 2020. Não houve descontinuação: o produto segue em desenvolvimento ativo, com a versão 6.1 como release atual, e continua instalado no data center ou nuvem privada do cliente.

O que mudou foi o nome — e não só o dele. A linha de produto inteira foi rebatizada entre 2021 e 2022, o que explica por que tanta gente procura termos que já não existem no site do fabricante. Esta página é o mapa: identifica o nome antigo, mostra o atual e leva ao produto certo — a página do PagerDuty Runbook Automation, que cobre as duas edições comerciais em detalhe.

De Rundeck a PagerDuty: o mapa dos nomes

Segundo as notas de versão oficiais, a renomeação veio com a versão 4.0, em março de 2022: a linha antes conhecida como Rundeck passou a se chamar PagerDuty Process Automation e, depois, apenas Automation dentro da Operations Cloud.

  • Rundeck Enterprise → PagerDuty Process Automation On Prem → PagerDuty Runbook Automation Self-Hosted, a edição instalada no seu ambiente.
  • Rundeck CloudPagerDuty Runbook Automation. Anunciada em novembro de 2021 em early access, essa edição SaaS chegou ao mercado em 22 de março de 2022 já com o nome novo.
  • Rundeck ActionsPagerDuty Automation Actions, o conector que dispara jobs de dentro de um incidente.
  • PagerDuty Process Automation era o nome do portfólio comercial, o que aparece em contratos de 2022 e 2023.
  • Rundeck segue sendo o nome da distribuição community, open source e gratuita, sob licença Apache 2.0.
  • O nome antigo sobrevive em partes técnicas: a licença ainda se chama rundeckpro-license.key, o agente de execução remota é o Enterprise Runner e o suporte é o Enterprise Support.

O que o Rundeck open source não inclui

A distribuição community entrega o núcleo: Workflow Execution, Community Plugins, padronização de workflows de TI, Key and Password Encryption, agendamento básico, Job Activity Log e Key Storage. Tudo além disso é das edições comerciais, segundo a comparação oficial da PagerDuty.

Na prática, separa um Rundeck de laboratório de um de produção com auditoria: alta disponibilidade, autenticação corporativa, controle de acesso por interface e suporte com SLA.

  • High Availability Clusters e Auto Takeover — se um membro do cluster cai, os jobs agendados nele migram para uma instância saudável.
  • Single Sign-On Authentication — integração com LDAP, Active Directory ou SAML, em vez do arquivo local de usuários.
  • Access Control Rules Builder and Evaluator — monta e testa as regras de ACL por interface gráfica, sem editar arquivo de política à mão.
  • Next Generation Runner — despacha automação para ambientes remotos e redes fechadas, incluindo implantação como container em Kubernetes.
  • Failed Job Resume, Node Health Checks e Retry Failed Nodes — retomam o job do passo que falhou e reexecutam apenas nos nós que deram erro.
  • Certified Enterprise Plugins — PagerDuty, ServiceNow, Datadog, VMware, GitHub, AWS SNS e SQL Runner com suporte do fabricante.
  • Job Independent Scheduling, Blackout Calendaring e Missed Job Fires — bloqueiam execução em janelas críticas e registram o job que não disparou no horário.
  • Enterprise Support — atendimento por prioridade, gerenciamento de conta e SLA de resposta.

Para quem é a edição comercial

O perfil típico é o time que já usa o Rundeck community e chegou ao limite: infraestrutura, DevOps, SRE, NOC e engenharia de plataforma que precisam colocar a automação em produção com governança.

Três gatilhos de migração: auditoria pedindo trilha de quem executou cada rotina e controle de acesso formal; queda do servidor único de Rundeck derrubando a automação agendada; e exigência de autenticação corporativa via Active Directory em vez de contas locais no arquivo de configuração.

Diferenças entre as edições comerciais

As duas edições comerciais têm o mesmo conjunto de recursos e diferem em quem opera a infraestrutura. No Runbook Automation Self-Hosted — o antigo Rundeck Enterprise — a instalação fica no seu data center ou nuvem privada, e o cliente gerencia patches, atualizações e resiliência. No Runbook Automation SaaS, a PagerDuty hospeda a plataforma, assume patching, monitoramento e conformidade, e responde por alta disponibilidade com SLA de 99,9%.

Requisitos do sistema

A partir da versão 6.0, o Runbook Automation Self-Hosted exige Java 17 como runtime mínimo, com suporte até o Java 25; a distribuição recomendada é a Azul Zulu OpenJDK. A instalação é por pacote RPM ou DEB, launcher ou imagem Docker, sem exigir usuário root.

O banco H2 embutido serve apenas para teste, porque não é resiliente a desligamento forçado. Em produção use MariaDB, MySQL ou PostgreSQL; há driver JDBC incluído também para MSSQL, e Oracle e Amazon Aurora funcionam com driver adicional. A versão 6.0 passou a suportar MySQL 8.4 e trocou as métricas legadas por Spring Boot Actuator com Prometheus. Em cluster, o Enterprise Cluster aceita apenas uma instância ativa de banco, com latência recomendada abaixo de 40 ms.

Edições disponíveis hoje

São três. O Rundeck community é gratuito e autoinstalado. O Runbook Automation Self-Hosted é a edição comercial instalada no ambiente do cliente. O PagerDuty Runbook Automation é a edição SaaS gerenciada pelo fabricante. As duas comerciais integram-se à Operations Cloud pelo conector Automation Actions, que exige a licença PD Automation Actions.

Quanto custa o Rundeck Enterprise?

A edição comercial é licenciada por usuário nomeado, com taxa de plataforma somada à contagem de usuários na edição SaaS; a edição Self-Hosted é dimensionada sob consulta. A modalidade é anual (subscription), com opção multi-anual. A chave de licença é o arquivo rundeckpro-license.key, e uma chave emitida para o Rundeck 2.x não funciona nas versões 3.x ou superiores.

Não existe valor de tabela único porque o investimento depende do dimensionamento: quantidade de usuários, edição, número de ambientes e runners, licenças PD Automation Actions e se é nova aquisição ou renovação. Duas regras contratuais importam: segundo os termos oficiais da PagerDuty, toda pessoa adicionada à conta é usuário pago, e a edição Self-Hosted não tem renovação automática. Para migrar do Rundeck community para a edição comercial no Brasil, a OSB Software levanta esse escopo com você, envia a proposta comercial, emite a nota fiscal e entrega as licenças — solicite uma cotação para receber o valor exato do seu cenário.

Perguntas frequentes

O Rundeck Enterprise foi descontinuado? Não. O produto continua em desenvolvimento, com a versão 6.1 como release atual, e apenas mudou de nome — hoje se chama PagerDuty Runbook Automation Self-Hosted.

O PagerDuty Runbook Automation é o antigo Rundeck Cloud? Sim. A edição SaaS foi anunciada como Rundeck Cloud em novembro de 2021 e passou a se chamar PagerDuty Runbook Automation quando chegou à disponibilidade geral, em março de 2022.

O que era o PagerDuty Process Automation? Era o nome do portfólio comercial que sucedeu a linha Rundeck. A versão on-premise se chamou Process Automation On Prem antes de virar Runbook Automation Self-Hosted.

Perco minhas configurações ao migrar do Rundeck community? Não. As edições comerciais partem da mesma base de código do Rundeck, e jobs, projetos e definições existentes continuam válidos; a mudança é de licença e de recursos habilitados.

Por que comprar o Rundeck Enterprise com a OSB Software?

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